quarta-feira, 15 de outubro de 2008

sexta-feira, 22 de agosto de 2008

segunda-feira, 4 de agosto de 2008

Curso Planejamento, Implementação e Gestão da Educação a Distância

Do Processo de Inscrição O processo de inscrição se dará com o preenchimento pelo candidato do Requerimento de Inscrição, exclusivamente pela internet, no período de 02 de Agosto de 2008 a 13 de Setembro de 2008, no endereço www.lante.uff.br e envio para a Coordenação do Curso, através de correio, via Sedex, com data limite de postagem no dia 16 de Setembro de 2008, de documentação comprobatória de qualificação para a vaga. Ao acessar o endereço www.lante.uff.br, o candidato deverá preencher o Requerimento de Inscrição, onde deverá indicar, obrigatoriamente, um dos pólos de apoio presencial do curso. Cada candidato poderá preencher apenas um Requerimento de Inscrição com restrição por CPF independente do Pólo de apoio presencial escolhido. Após o preenchimento do Requerimento de Inscrição, será gerado automaticamente um comprovante com seu respectivo número e a identificação do pólo de apoio presencial selecionado pelo candidato. O candidato deverá imprimir o comprovante do Requerimento de Inscrição para envio, via correio, à coordenação do Curso, juntamente com a documentação prevista no Edital. A taxa de inscrição deverá ser recolhida, somente em espécie, no valor de R$ 35,00 (trinta e cinco reais), em favor da Universidade Federal Fluminense - Curso de Especialização em Planejamento Implementação e Gestão da Educação a Distância, por meio da Guia de Recolhimento da União - GRU, em qualquer agência bancária, correspondentes bancários ou por meio de serviços disponíveis da internet. A importância acima recolhida relativa à taxa de inscrição não será devolvida em hipótese alguma. Para finalizar o processo de inscrição o candidato deverá encaminhar a documentação listada abaixo, via Sedex, em envelope lacrado e endereçado à Coordenação do Curso no seguinte endereço: Instituto de Matemática da UFFCurso Planejamento, Implementação e Gestão da Educação a DistânciaRua Mário dos Santos Braga, s/nº - Campus do Valonguinho - Centro - Niterói - CEP 24.020-140. Relação dos Documentos: - Cópia do comprovante de Requerimento de Inscrição;- Cópia da identidade (RG) ou outro documento oficial de identificação com foto;- Cópia do CPF;- Cópia do comprovante de residência;- Cópia autenticada do Diploma de Graduação ou da Certidão de Conclusão do Curso de Graduação;- Curriculo Vitae documentado;- Duas fotos 3 x 4 recentes;- Redação de próprio punho, de no mínimo 15 linhas e no máximo 30 linhas com o título: Minha Motivação para fazer o Curso;- Cópia de comprovante de vinculação à rede pública, como por exemplo, contracheque. Deverá ser apresentado documento que comprove o efetivo exercício.- Comprovante de seu enquadramento nos critérios de reserva estabelecidos para os candidatos que pretendem se inscrever na reserva de cinqüenta por cento das vagas dedicadas a Professores da Rede Pública em efetivo exercício e Coordenadores de Pólos, Docentes, Tutores, Técnicos Administrativos que atuam nos cursos da UAB além da documentação relacionada acima- Comprovante do recolhimento da GRU A confirmação da inscrição ficará condicionada ao recebimento, pela coordenação do curso, da documentação exigida, a qual deve ser postada até a data limite de 16 de Setembro de 2008, sob pena do cancelamento da inscrição. A inscrição implicará na aceitação das normas e condições estabelecidas no Edital, das quais o candidato não poderá alegar desconhecimento.

quarta-feira, 30 de julho de 2008

Já tô com saudades!


Gifs Animados

Avaliação do Curso



Ao entrar nesse curso fiquei muito apreensiva, pois ao ler o edital pensei que ele seria totalmente à distância, apenas com um encontro presencial para fornecer as informações a respeito do uso da plataforma. Achei fantástico termos um primeiro módulo presencial. Tenho certeza que os demais serão bem mais fáceis pelo entrosamento com o tutor Sérgio e o conhecimento que ele nos transmitiu. Ao chegarmos fomos muito bem recepcionados.O tutor é super competente e sempre traz informações extras para a turma. É atencioso, didático, claro, objetivo.Quanto a tutoria à distância, nesse primeiro momento não tive muitos contatos a não ser enviar as atividades, creio que com a chegada dos módulos virtuais nossa interação será bem maior. Obtive informações muito ruins a respeito do Linux, mas a dinâmica do professor fez com que eu percebe-se que o linux é um programa muito bom, embora as máquinas dessa unidade tenham se apresentado muito lentas, as vezes não abriam, foi um problema acompanhar o tutor com essas máquinas, se o número de cursistas tivesse sido maior certamente teriam desistido logo na primeira aula. A plataforma também se apresentou muito instável as quartas-feiras, foi muito difícil acessá-la. Aqui tive a oportunidade de conhecer o material proposto para o curso, sua qualidade é muito boa, clara e objetiva. Os tutoriais também são muito bons. Aprendi a lidar com o editor de texto, copiando, colando, recortando, fazendo a formatação do texto, da página. Usamos a tabulação, inserimos figuras, aprendemos as várias maneiras de se salvar os nosso documentos. Usei o PDF... Conheci o blog, fiz um para registrar as minhas atividades de aula, ele acabou se tornando bem pessoal, pois insiro nele vários dados, fotos. Amei fazer o blog, e a partir do meu blog criei um para minha escola registrar as atividades desenvolvidas. Conheci o docs google que também fantástico, a lista de discussão na qual me comunico com meus colegas de turma e os demais componentes de outros cursos e módulos. Também estpou me candidatando voluntariamente para ensinar os alunos de minha escola a usar o linux. Serei a tutora dos alunos na minha escola. Estou muito feliz em poder abrir o laboratório. O curso foi excelente!

segunda-feira, 28 de julho de 2008

A Tecnologia e a Educação por Eduardo Chaves

1. A TECNOLOGIA

Há muitas formas de compreender a tecnologia. Para alguns ela é fruto do conhecimento científico especializado. É, porém, preferível compreendê-la da forma mais ampla possível, como qualquer artefato, método ou técnica criado pelo homem para tornar seu trabalho mais leve, sua locomoção e sua comunicação mais fáceis, ou simplesmente sua vida mais satisfatória, agradável e divertida.
Neste sentido amplo, a tecnologia não é algo novo - na verdade, é quase tão velha quanto o próprio homem, visto como homem criador (homo creator).

Nem todas as tecnologias inventadas pelo homem são relevantes para a educação. Algumas apenas estendem sua força física, seus músculos. Outras apenas lhe permitem mover-se pelo espaço mais rapidamente e/ou com menor esforço. Nenhuma dessas tecnologias é altamente relevante para a educação. No entanto, as tecnologias que amplificam os poderes sensoriais do homem, sem dúvida, o são. O mesmo é verdade das tecnologias que estendem a sua capacidade de se comunicar com outras pessoas. Mas, acima de tudo, isto é
verdade das tecnologias, disponíveis hoje, que aumentam os seus poderes mentais: sua capacidade de adquirir, organizar, armazenar, analisar, relacionar, integrar, aplicar e transmitir informação.

As tecnologias que grandemente amplificam os poderes sensoriais do homem (como o telescópio, o microscópio, e todos os outros instrumentos que estendem e ampliam os órgãos dos sentidos humanos) são relativamente recentes e foram eles que, em grande medida, tornaram possível a ciência moderna, experimental.

As tecnologias que estendem a capacidade de comunicação do homem, contudo, existem há muitos séculos. As mais importantes, antes do século dezenove, são a fala tipicamente humana, conceitual (que foi sendo desenvolvida aos poucos, desde tempos imemoriais), a escrita alfabética (criada por volta do século VII AC), e a imprensa, especialmente o livro impresso (inventada por volta de 1450 AD). Os dois últimos séculos viram o aparecimento de várias novas tecnologias de comunicação: o correio moderno, o telégrafo, o telefone, a fotografia, o cinema, o rádio, a televisão e o vídeo. Mais recentemente, como veremos, o computador se tornou um meio de comunicação que engloba todas essas tecnologias de comunicação anteriores.

As tecnologias que aumentam os poderes mentais do homem, e que estão centradas no computador digital, foram desenvolvidas em grande parte depois de 1940 - mas só começaram a ter um grande impacto na sociedade a partir do final da década de 70, com a popularização dos microcomputadores e sua interligação em redes. O computador, além de ser uma tecnologia fundamental para o processamento das informações, vem, como vimos, gradativamente absorvendo as tecnologias de comunicação, à medida que estas se digitalizam.

2. A TECNOLOGIA NA EDUCAÇÃO

Várias expressões são normalmente empregadas para se referir ao uso da tecnologia, no sentido visto, na educação. A expressão mais neutra, "Tecnologia na Educação", parece preferível, visto que nos permite fazer referência à categoria geral que inclui o uso de toda e qualquer forma de tecnologia relevante à educação ("hard" ou "soft", incluindo a fala humana, a escrita, a imprensa,
currículos e programas, giz e quadro-negro, e, mais recentemente, a fotografia, o cinema, o rádio, a televisão, o vídeo e, naturalmente, computadores e a Internet).

Não há porque negar, entretanto, que, hoje em dia, quando a expressão "Tecnologia na Educação" é empregada, dificilmente se pensa em giz e quadro-negro ou mesmo de livros e revistas, muito menos em entidades abstratas como currículos e programas. Normalmente, quando se usa a expressão, a atenção se concentra no computador, que se tornou o ponto de convergência de todas as tecnologias mais recentes (e de algumas antigas). E especialmente depois do enorme sucesso comercial da Internet, computadores raramente são vistos como máquinas isoladas, sendo sempre imaginados em rede - a rede, na realidade, se tornando o computador.

Faz sentido lembrar aos educadores o fato de que a fala humana, a escrita, e, conseqüentemente, aulas, livros e revistas, para não mencionar currículos e programas, são tecnologia, e que, portanto, educadores vêm usando tecnologia na educação há muito tempo. É apenas a sua familiaridade com essas tecnologias que as torna transparentes (i.e., invisíveis) a eles.

"Tecnologia na Educação" é uma expressão preferível a "Tecnologia Educacional", pois esta sugere que há algo intrinsecamente educacional nas tecnologias envolvidas, o que não parece ser o caso. A expressão "Tecnologia na Educação" deixa aberta a possibilidade de que tecnologias que tenham sido inventadas para finalidades totalmente alheias à educação, como é o caso do computador, possam, eventualmente, ficar tão ligadas a ela que se torna difícil imaginar como a educação era possível sem elas. A fala humana (conceitual), a escrita, e, mais recentemente, o livro impresso, também foram inventados, provavelmente, com propósitos menos nobres do que a educação em vista. Hoje, porém, a educação é quase inconcebível sem essas tecnologias. Segundo tudo indica, em poucos anos o computador em rede estará, com toda certeza, na mesma categoria.

A. Educação a Distância, Aprendizagem a Distância e Ensino a Distância
Destas três expressões, a terceira é provavelmente a menos usada. Entretanto, é a mais correta, tecnicamente falando.

Educação e aprendizagem são processos que acontecem dentro do indivíduo - não há como a educação e a aprendizagem possam ocorrer remotamente ou a distância. Educação e aprendizagem ocorrem onde quer que esteja a pessoa - e esta é, num sentido básico e muito importante, o sujeito do processo de educação e aprendizagem, nunca o seu objeto. Assim, é difícil imaginar como Educação a Distância e Aprendizagem a Distância possam ser possíveis, a despeito da popularidade dessas expressões.

É perfeitamente possível, contudo, ensinar remotamente ou a distância. Isto acontece o tempo todo. São Paulo ensinou, a distância, os fiéis cristãos que estavam em Roma, Corinto, etc. - usando cartas manuscritas. Autores, distantes no espaço e no tempo, ensinam seus leitores através de livros e artigos impressos. É possível ensinar remotamente ou a distância através de filmes de cinema, da televisão e do vídeo. E hoje podemos ensinar quase qualquer coisa, a qualquer pessoa, em qualquer lugar, através da Internet.

Assim, a expressão "Ensino a Distância" será preferível sempre que houver necessidade de se referir ao ato de ensinar realizado remotamente ou a distância. Que a educação e a aprendizagem possam acontecer em decorrência do ensino é inegável, mas, como já argumentado, isto não nos deve levar a concluir que a educação e a aprendizagem que ocorrem em decorrência do ensino remoto ou a distância também estejam ocorrendo remotamente ou a distância.

B. A Aprendizagem Mediada pela Tecnologia

A despeito de sua popularidade, Ensino a Distância talvez não seja a melhor aplicação da tecnologia na educação hoje. Este lugar possivelmente deve ser reservado ao que pode ser chamado de Aprendizagem Mediada pela Tecnologia. Como mencionado, não há dúvida de que a educação e a aprendizagem podem ocorrer em decorrência do ensino. Mas também não há dúvida de que a educação pode ocorrer através da auto-aprendizagem, i.e., através daquela modalidade de aprendizagem que não está associada a um processo de ensino, mas que ocorre através da interação do ser humano com a natureza, com outras pessoas, e com o mundo cultural. Uma grande proporção da aprendizagem humana acontece desta forma, e, segundo alguns pesquisadores, a aprendizagem, quando ocorre dessa forma, é mais significativa - isto é, acontece mais facilmente, é retida por mais tempo e é transferida de maneira mais natural para outros domínios e contextos - do que a aprendizagem que ocorre em decorrência de processos formais e deliberados de ensino (i.e., através da instrução).

O que é particularmente fascinante nas novas tecnologias disponíveis hoje, em especial na Internet, e, dentro dela, na Web, não é que, com sua ajuda, seja possível ensinar remotamente ou a distância, mas, sim, que elas nos ajudam a criar ambientes ricos em possibilidades de aprendizagem nos quais as pessoas interessadas e motivadas podem aprender quase qualquer coisa sem, necessariamente, se envolver num processo formal e deliberado de ensino. A aprendizagem, neste caso, é mediada apenas pela tecnologia.

Não há dúvida de que atrás da tecnologia há outras pessoas, que preparam os materiais e os disponibilizam através da rede. Quando alguém usa os recursos hoje disponíveis na Internet para aprender de maneiras auto-motivadas e exploratórias, ele usa materiais de diferentes naturezas, preparados e disponibilizados em contextos os mais variados, não raro sem qualquer interesse pedagógico, e ele faz isso de maneira totalmente imprevisível, que, portanto, não pode ser planejada, e num ritmo que é totalmente pessoal e regulado apenas pelo desejo de aprender e pela capacidade de assimilar e digerir o que ele encontra pela frente.

Por causa disso não parece viável chamar essa experiência de Ensino a Distância, como se fosse a Internet que ensinasse, ou como se fossem as pessoas por detrás dos materiais que ensinassem.
O que está acontecendo em um contexto como o descrito é Aprendizagem Mediada pela Tecnologia, auto-aprendizagem, isto é, aprendizagem que não é decorrente do ensino.

4. MODALIDADES DE USO DA TECNOLOGIA NA EDUCAÇÃO

À vista do que se disse, é possível concluir que as categorias em que podem ser classificadas as principais maneiras de utilizar a tecnologia na educação são:

Em apoio ao Ensino Presencial
Em apoio ao Ensino a Distância
Em apoio à Auto-aprendizagem

5. TECNOLOGIA NA EDUCAÇÃO E A TRANSFERÊNCIA DE PODER PARA O APRENDENTE

Para que a tecnologia, quando usada na educação, possa ser um instrumento de transferência de poder ("empowerment") para o aprendente, que permita que ele, de posse das potentes ferramentas de aprendizagem que a tecnologia coloca à sua disposição, possa gradativamente se tornar autônomo em sua aprendizagem, é necessário que, junto com a introdução da tecnologia na educação, sejam repensadas as práticas educacionais da escola - de modo a se rever, especialmente, a função dos conteúdos curriculares e o papel do professor no desenvolvimento das competências e habilidades que farão do aprendente alguém capaz de aprender sempre à medida que constrói seus projetos de vida no plano pessoal e social.


Retirado de: http://www.escola2000.org.br/pesquise/texto/textos_art.aspx?id=4

Férias, que maravilha!

sexta-feira, 25 de julho de 2008


A morte não é o fim, simplesmente é o início de uma vida sem a pessoa que perdemos. - Tiago Augusto da Cunha (mindinho)

Meus filhotes, são lindos!

Recados Para Orkut - RecadosOnline.com






Deus sabe...

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quarta-feira, 23 de julho de 2008

Glitter Para Orkut

Aula de 23 de julho

Glitter Para Orkut

Hoje revisamos a nossa matéria, verificamos se todas as atividades foram cumpridas. Aproveitei para refazer meu trabalho de construção de um folder. Analisamos e refletimos sobre a questão do significado do termo projeto. Aproveitei para relembrar alguns coisas do BrOffice Writer, PDF ... Foi muito proveitoso!

Como criar uma WebQuest

Não há uma fórmula pronta para a criação de produtos nos moldes da proposta metodológica sugerida por Bernie Dodge e Tom March. Mesmo assim, aponta-se aqui um possível caminho cujas fases são:
Defina tema e fontes
Reveja as instruções do gabarito
Delineie a tarefa
Determine as fontes
Estruture processo e recursos
Escreva a introdução
Escreva a conclusão
Finalize a primeira versão
Revise sua WebQuest
Utilize outros materiais
Defina tema e fontes
WebQuest é uma investigação cujas fontes são, sobretudo, informações veiculadas no ciberespaço. Assim, a primeira coisa a fazer é imaginar conteúdos de saber que possam ser aprendidos com o apoio de recursos existentes na rede mundial de computadores. Mais concretamente, para definir o tema você deve:
1. Escolher um assunto cujo desenvolvimento pode melhorar suas aulas.
2. Situar o assunto escolhido no currículo.
É bom lembrar que as WQ's não devem ser algo suplementar. Devem ser uma atividade curricular que integra o plano de trabalho do professor.
3. Imaginar uma abordagem que crie interesse.
4. Assegurar-se de que há fontes suficientes (e adequadas à sua clientela alvo) no espaço Web.
Se você domina bem o inglês e tem dificuldades no uso de sites de busca, estude Seven Steps Toward Better Searching.
Com essas medidas preliminares, você terá uma idéia geral do que fazer. Nada ainda muito claro, mas um ponto de partida interessante.
Reveja as instruções do gabarito
Se você já estudou as referências básicas sobre WQ's, deve saber que o criador da proposta metodológica em estudo oferece três diferentes gabaritos para ajudar novos autores a editarem seus trabalhos. Em nossa página, você pode encontrar uma tradução do gabarito mais simples criado por Bernie Dodge. Para tanto, você deve:
1. Clicar em Gabarito em Português.
2. Ler com atenção o resumo descritivo das partes componentes de uma WebQuest.
Delineie a tarefa
O modelo criado pelo Prof. Bernie tem em comum com a pedagogia de projetos a crença de que devemos saber para fazer e não apenas saber por saber. Por essa razão, a alma de uma WebQuest é a Tarefa. Se você criar uma tarefa mal definida, sua WebQuest não será um desafio capaz de entusiasmar os estudantes. Assim, no processo de planejamento, convém dedicar bastante tempo e os melhores esforços no desenho de uma tarefa impactante, desafiadora, motivante. Criar tarefa com essas características exige sobretudo clareza, compreensão de como funcionam nossas habilidades cognitivas, e muita criatividade. Para estruturar sua tarefa, experimente o caminho indicado pelas seguintes dicas:
1. Ler com atenção WebQuest Taskonomy: A Taxonomy of Tasks.
Se preferir, você pode encontrar nesta página a tradução deste material do Bernie. Para tanto clique em Taskonomia.
2. Estudar um resumo da classificação dos saberes de acordo com Bloom e associados, cuja tradução pode ser encontrada aqui em Classificação de Bloom.
Tarefas bem concebidas devem exigir que os alunos trabalhem mais que a dimensão conhecimento. Boas tarefas exigirão uma ou mais das dimensões crescentemente complexas nesta ordem: compreensão, aplicação, análise, síntese, avaliação.
3. Examinar algumas Tarefas de boas WebQuests.
4. Dar asas à imaginação.
Fuja do convencional. Esqueça o que você faz normalmente na sala de aula. Imagine trabalhos que os alunos possam produzir e que, ao mesmo tempo, sejam situações dos fazeres cotidianos da vida em sociedade.
5. Discutir suas idéias com companheiros, professores ou orientadores.
Teste suas idéias. Exponha-as para ver como as pessoas reagem. Busque auxílio. Troque idéias. Tudo isso pode enriquecer seu trabalho.
6. Determinar algo que seja factível e claramente relacionado com fazeres da vida.
Sua tarefa deverá ser algo que os alunos possam fazer. Outro cuidado: escolha coisas que acontecem ou podem acontecer no mundo em que vivemos. Se possível, evite coisas muito escolares como seminários, palestras, questionários etc.
Determine as fontes
Você já sabe que as fontes preferenciais de informação devem ser recursos disponíveis na Internet. Sabe também que, no âmbito do tema escolhido, há material suficiente (e adequado para a clientela) no espaço Web. Chegou a hora de peneirar esses recursos para ficar apenas com aquelas referências que você acha que vai utilizar em sua WQ. Talvez seja conveniente resolver se será necessário utilizar recursos offline. Para tanto, você deve:
1. Examinar os endereços Web já selecionados.
2. Verificar se há mais endereços que valha a pena considerar.
3. Peneirar tudo e ficar apenas com aquilo que realmente interessa.
4. Julgar conveniência ou necessidade de utilizar fontes não disponíveis na Internet (livros, revistas, folhetos, artigos, discos, vídeos etc.)
5. Estabelecer a lista de recursos (on e off line) que você acha adequada para a consecução da Tarefa.
Estruture processo e recursos
Agora é preciso elaborar o roteiro que irá ajudar seus alunos a obterem bons resultados na Tarefa. Lembre-se de que o Processo é uma espécie de receita, indicando passo a passo a direção que os alunos deverão seguir. Outra coisa: os recursos que você selecionou serão apresentados na medida que os alunos deles necessitarem. Não há, obviamente, uma única forma de estruturar Processo e Recursos, mas as indicações que seguem refletem modos de fazer de muitos produtores de WQ's. Na estruturação de Processo e Recursos, convém:
1. Especificar expectativas quanto ao trabalho em grupo.
Como regra, WebQuests são processos investigativos conduzidos por um grupo. O modo de trabalhar das equipes a serem constituídas dependerá da natureza da tarefa, de particularidades que você acha interessantes, de dinâmicas que você acha adequadas para sua WQ. Por isso é importante que você estabeleça com clareza como o grupo deve ser constituído, como a dinâmica deverá ocorrer etc.
2. Definir papéis dos componentes do grupo quando for o caso.
Na maioria das WebQuests, a Tarefa exige visões diferentes do problema. Geralmente isso é representado por papéis característicos cuja representação garante estudos baseados em diferentes olhares. É por essa razão que convém definir bem as características de cada papel ou personagens que você criar.
3. Estabelecer os passos a serem seguidos no estudo das fontes (Recursos) e na elaboração do produto ou produtos resultantes da Tarefa.
Escreva a introdução
Você já tem uma boa idéia do que os alunos irão fazer. Já estruturou uma sugestão de como fazer que, certamente, irá ajudar os aprendizes a elaborarem certos saberes. Chegou a hora de elaborar a Introdução. Nessa parte de sua WQ, você deve:
1. Escrever um texto dirigido à sua clientela.
Converse com seu público. Seja direto. Use linguagem clara e compreensível.
2. Motivar os clientes de sua WQ.
O texto de sua introdução deve funcionar como aqueles pequenos trechos que acompanham manchetes de jornais: diretos, instigantes, envolventes, motivantes.
3. Ser breve
Como regra geral, introduções são textos de um ou dois pequenos parágrafos. Muito raramente a Introdução poderá ser algo mais incorporado.
4. Evitar didatismo
Muita gente escreve introduções como se estas fossem a primeira parte de livros didáticos tradicionais. Entre outras coisas, dão explicações etimológicas, resumem o que vai ser apresentado, contam alguma história exemplar. Essa é uma prática centrada no assunto, não nos leitores. Fuja desse modo tradicional de escrever introduções.
Escreva a conclusão
À semelhança da Introdução, a Conclusão deve ser algo claro, breve e simples. Para concluir sua WQ convém seguir uma ou mais das seguintes direções:
1. Reafirmar aspectos de interesse registrados na Introdução.
2. Realçar a importância daquilo que os alunos aprenderam.
3. Apontar caminhos que podem ajudar os alunos a continuarem estudos e investigações sobre o tema.
Finalize a primeira versão
Sua WebQuest está praticamente pronta. Basta agora revisar texto, escolher uma ou outra imagem para embelezar a sua obra etc.
Se você é marinheiro de primeira viagem e não conta com auxílio de pessoas que entendem de editores Web e/ou HTML, use um dos gabaritos do Prof. Bernie para editar o trabalho. Clique em WebQuests Templates. Se você quiser utilizar o Gabarito mais simples em português, clique em Gabarito em Português.
Revise sua WebQuest
Antes de considerar pronto o seu trabalho, convém testá-lo de alguma forma. Você pode fazer isso com um pequeno grupo de alunos; ou pode pedir que dois ou três colegas seus avaliem sua obra. Se você escolher a última opção, utilize A Rubric for Evaluanting WebQuests. Se preferir a versão em português clique em Uma Rubrica Para Avaliar WebQuests. Imprima o material e entregue-o a seus avaliadores. Depois que eles preencherem a folha de avaliação, faça os devidos acertos no seu material.
Utilize outros materiais
Elaboramos aqui um roteiro para ajuda-lo a produzir sua WebQuest. Nossa sugestão não é a primeira na praça. Há muitos outros materiais que você pode utilizar como ferramenta. Segue aqui uma lista de roteiros, dicas e explicações existentes no espaço WEB. Five Rules for Writing a Great WebQuest (inglês)
www.iste.org/L&L/archive/vol28/no8/featuredarticledodge/index.html-->
Selecting a WebQuest Project (inglês)edweb.sdsu.edu/webquest/project-selection.html
WebQuest Task Design Worksheet (inglês)edweb.sdsu.edu/webquest/task-design-worksheet2.htmlA WebQuest of WebQuests (inglês)
ftp.beitberl.ac.il/~jean/fd/modules/mod1/one_threewebquest.htm-->
WebQuest Tutorial (francês)www.ardecol.ac-grenoble.fr/english/tice/frtice6a.htmPercursos (português)
www.ese.ips.pt/abolina/rota/percursos-->
WebQuests (português)www.ese.ips.pt/abolina/webquests/quest/index.html
Fonte: http://www.webquest.futuro.usp.br/como/comocriar.html

quarta-feira, 16 de julho de 2008

Aula de 16 de julho


Hoje aprendi mais uma coisa nova, conheci o docs google. Ele permite que euescreva um texto compartilhado com outras pessoas. Elas podem interagir ao mesmo tempo que eu escrevo ou simplesmente ler o que está escrito. É muito legal! Além disso eu escrevo um texto'em qualquer lugar e ele ficará guardado para ser acessado em outros lugares e poderei salvar de acordo com a máquina e/ou programa que esteja utilizando. Começamos também a ler e preparar a atividade final que é aprodução de um texto que aborde a questão do projeto.

sexta-feira, 11 de julho de 2008

Aula de 09 de junho



Hoje o professor Vitor no s ensinou a montar atividades utilizando os recursos aprendidos em sala: editor de texto, orkut, lista de discussão, blog. Foi muito legal! Aprendi também a fazer um folder. Meu folder ficou muito bonitinho.


Abaixo está o meu mini projeto de aula:



Atividade Global

Título
Profilaxia da Dengue

Delinear problema
A falta de conscientização da população em relação à profilaxia da Dengue.

Público-alvo
Alunos da 1ª Série do Ensino Médio

Objetivos
Conscientizar meus alunos sobre a importância da prevenção.

Metodologia
Promover palestras sobre a profilaxia da Dengue, seguida de uma rodada de debates entre os alunos e o debatedor abordando a importância da coletividade nessa tarefa.
Pesquisas usando dados sobre a Dengue coletados de jornais, revistas, site do Ministério da Saúde... e fotos/filmagens de lugares da região que são possíveis focos de Dengue.
A turma será dividida em dois blocos. O primeiro será responsável em elaborar um folder contendo as informações mais relevantes sobre a profilaxia. Para isso será usado o laboratório de informática da Escola e o editor de texto BrOffice Writer. O segundo criará um blog onde serão apresentados informações mais detalhadas sobre a Dengue, incluindo os métodos profiláticos, o folder dos colegas, além de fotos/filmagens do bairro, das etapas de formação e desenvolvimento do mosquito, indicação de sites que apresentem o assunto e vídeos.
O orkut será o meio para a divulgação do trabalho, cada aluno enviará para sua lista de contatos o endereço do blog promovendo dessa forma a conscientização de seus amigos.
Os folders serão impressos e distribuídos pela turma para os funcionários e demais alunos da escola.

Aula de 2 de junho


Chegamos a mais uma etapa do curso, fico feliz porque estou aprendendo muito, mas triste porque está chegando ao fim. Todas as aulas tem sido ótimas! Aprendi a arquivar em PDF, localizar e substituir as palavras no texto, formatar. Entendi que tudo que diziam sobre o Linux é mito. Ele é muito bom, claro que não posso compará-lo ao Windows. Estou trabalhando com ele e não estou tendo problema algum. Escrevi uma carta aos alunos utilizando os recursos aprendidos em sala. E estou pesquisando blogs educacionais para enviar a minha tutora à distância, a Cris.


quarta-feira, 25 de junho de 2008

sexta-feira, 20 de junho de 2008

Terceira Aula

O Curso está muito legal, pena que as máquinas estejam muito lentas e não dá fazer todas as atividades em sala e o acesso está horrível. Mas o professor é 10 e estou aprendendo muito. Hoje aprendemos a colocar um arquivo em pdf e vários atributos para embelezar o nosso texto, tais como: inserir imagem, página, formatar, copiar, recortar... Foi muito legal!

sexta-feira, 13 de junho de 2008

Aprender é muito bom!
O conhecimento enobrece a alma!

Imagem maravilhosa!

Aprender é muito bom!

O conhecimento enobrece a alma!

quarta-feira, 11 de junho de 2008

Hardware e Linux

Hoje a aula foi muito legal! Assistimos duas animações sobre o funcionamento interno do computador. O Vitor nos nostrou a parte interna da máquina e como acontece a interação entre os componentes. Fizemos três atividades: a primeira foi uma pesquisa contento termos da área de informática que não conhecíamos - uma mini enciclopédia; o segundo foi pesquisar a história do logotipo do Linux - o Tux; e o terceiro foi escrever no nosso blog um resumo da aula de hoje. O Vitor hoje está meio dodoi, espero que ele fique legal, pois tem que estar muito bem de saúde para nos aturar (rs..)

quarta-feira, 4 de junho de 2008

Informática educativa - primeira aula

Minha primeira aula de Informática Educativa foi muito legal. Conheci meu tutor, o Sérgio, e enviei e-mail para minha tutora virtual, a Cristina. Hoje assitimos dois vídeos muito legais. O primeiro, tratava das mídias e suas tecnologias inseridas no cotidiano de nossos jovens alunos. O segundo, abordava a questão da entrega de materiais tecnológicos para professores e alunos e a falta de instrução para utilizá-los. Antes fizemos uma dinâmica de apresentação, para nos conhecermos melhor. Além disso o professor deu várias dicas interessantes. Explicou sobre os periféricos do computador e o sistema linux e sua história. Fizemos um e-mail, um blog (eu amei!). Brincamos de trocar e-mails para saber se estava tudo funcionando. Foi D+!!!!!!